Abelhudice

Estudantes do sexo feminino copiando cartazes da Guerra, 1942

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Tirada em julho de 1942, na cidade de Port Washington, a foto mostra uma sala cheia de mulheres trabalhando arduamente recriando o desenho “Real Danger” presente no cartaz pendurado ao fundo. Parece algum tipo de sala de aula, algo como uma classe de uma escola ou faculdade de artes. Em outras palavras, elas não precisavam fazer os cartazes desta maneira, apenas fazê-los paras as demais salas. Recebendo aulas de arte do ensino médio para produzir cartazes para as outras classes, assim como numa situação onde ambos lados ganham, as alunas lucravam com o conhecimento adquiro e a instituição de ensino com os cartazes. Elas trabalhavam retratando a mesma imagem, afinal, elas estavam fazendo várias “impressões” ao mesmo tempo. Para ser honesto, ter muitas pessoas trabalhando em função de uma mesma imagem poderia ser muito mais rápido e eficiente do que utilizar uma máquina de fotocópia com a tecnologia da época. Isso sem mencionar o fato de que a máquina consumia recursos valiosos, enquanto muitas pessoas estariam dispostas a fazer esse trabalho para apoiar sua nação durante a guerra.

Durante a Segunda Guerra, a propaganda era mais vista em formas de cartazes. Mas em sua essência, a publicidade é um meio de comunicação destinada a influenciar as atitudes de uma comunidade para alguma causa ou posição, que não precisava ser para uma coisa ruim. Embora a propaganda muitas vezes seja usada para manipular emoções humanas, exibindo fatos seletivas, ela também pode ser muito eficaz na transmissão de mensagens.

Os cartazes foram amplamente utilizados em campanhas de propaganda. Seus conteúdos variavam de instruções simples ao conteúdo puramente motivacional. Durante a Segunda Guerra Mundial, a propaganda norte-americana fui usada para aumentar o apoio a guerra e o compromisso com uma vitória aliada. Usando uma vasta gama de meios de comunicação, os propagandistas deploravam o ódio aos inimigos e suporte aos aliados americanos, pedindo maior esforço público para a produção da guerra e para os jardins da vitória, convencendo pessoas a poupar algum do seu material, de modo que mais materiais pudessem ser utilizados no empenho da guerra, além de venderem bônus para guerra. O patriotismo tornou-se o tema central da publicidade durante a guerra, como as campanhas em grande escala que foram lançadas para vender bônus de guerra, promover a eficiência nas fábricas, reduzir maus rumores e manter a moral civil. A guerra consolidou o papel da indústria da publicidade na sociedade americana, se desviando de críticas anteriores.




Quando a Segunda Guerra Mundial começou, a maioria dos americanos encarava a propaganda como uma ferramenta de ditaduras totalitárias. Além disso, muitos lembravam com hostilidade o fervor dos esforços de propaganda da Primeira Guerra Mundial, que foram posteriormente consideradas como violação dos direitos básicos, bem como transmitir a desinformação. Na primeira guerra, o governo estava relutante em se envolver em campanhas de propaganda, mas a pressão dos meios de comunicação, do setor empresarial e os anunciantes que queriam uma direção convenceram o governo a assumir um papel ativo. Mesmo assim, o governo insistiu que as suas ações não eram propaganda, mas um meio de fornecer informações. Estes esforços foram lenta e desordenadamente formando num empenho de propaganda mais unificada, embora não eram do mesmo nível da Primeira Guerra Mundial.

Em 1942, o presidente Franklin D. Roosevelt criou o Office of War Information (OWI). Esta agência de nível médio se juntou a uma série de outras agências dos tempos de guerra, incluindo as Secretarias de Estado na divulgação de informações de guerra e propaganda. Oficiais da OWI usaram inúmeras ferramentas se para comunicarem com o público americano. Estes incluíam os estúdios de cinema de Hollywood, rádios e máquinas de impressão.

Linha de montagem, versao colorida
Versão colorida

fonte: Rare Historical Photos; edição: João Vitor Ferreira; revisão: Adriano Pereira

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